Ao sair de casa, logo cedo pela manhã, ia a conduzir e a tentar escapar ao início do trânsito, quando um pensamento me apanhou desprevenida.
Expressão engraçada esta, um pensamento apanhar-me desprevenida, como se o pensamento fosse algo palpável, físico. Bem, continuando....
Percebi que foste a única pessoa, até este momento da minha vida, a quem chamo, diariamente e várias vezes ao dia, de "amor meu". Já houve a quem chamasse de "querido" ou "love". Nunca de "amor meu".
Bem como a expressão "amo-te". Expressão essa dita, certo dia, sem aviso e sem pensar, só sentindo. Desde quando te amo? Não sei, toda a minha vida. Apesar desse amor ser diferente, mas sempre foi amor, desde que me lembro de ti, e lembro-me de ti desde que nasci porque estiveste lá desde esse momento.
Amo-te. Independentemente do amor que sentimos, sempre o foi e sempre o será.
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